segunda-feira, 18 de fevereiro de 2013

Eligo in Summum Pontificem


Cardeal rezando

A inscrição do título dessa postagem significa: "Elejo como Sumo Pontífice".
  A pertinência disso, para o blog é óbvia: o conclave.
  esta inscirção está gravada na parte superrior das cédulas de voto que os cardeais usarão para eleger o papa. Em baixo desta incrição o cardeal escreve o nome do seu preferido.
  Fato: é regra escrever o nome do escolhido em letras de forma, e de forma a não descobrir quem a escreveu. Depois deve ser dobrado bem no meio.
  "Chamo como testemunho Jesus Cristo, o Senhor, que seja meu juiz, que o meu voto seja dado àquele que perante Deus considero dever ser eleito".
  Esta oração deve ser feita assim que o eleitor escrever o nome do cardeal por ele escolhido.

domingo, 17 de fevereiro de 2013

Ideia book

Galera, eu tive uma ideia, e agora mostro de vez pra vocês!
 A promoção não vale nada, mas a intenção é que valha alguma coisa, chamada cultura! Ou seja, a promoção vale muito!
  É simples!
Livros da Galera – como sugerir:Envie uma mensagem via facebook, para a página Papo de Seminarista, com as seguintes informações:

- Livro e autor

- Seu comentário sobre o livro (cerca de 8 linhas do balão de conversa do face)

- Seu nome completo

- Seu grupo de Igreja, se participar de algum

- Sua paróquia, cidade e estado

- Autorização para postar sua foto de perfil do facebook, juntamente do comentário.

Susto!

Fui procurar no google notícias alguma coisa, e levei um susto: tinha uma manchete que dizia assim:

Fidelidade

Logo que os cardeais se reúnem para efetuar o Santo Conclave, o cardeal camerlengo (no caso Bortone) lê um juramento no qual se compromete manter sigilo absoluto à respeito do Conclave, que, por sua vez, deve ter seus documentos todos incinerados.
  Abaixo segue o juramento feito no Conclave de 2005.


 "Extra Omnes"
 


Juramento

"Todos e cada um de nós, cardeais eleitores presentes nesta eleição do Sumo Pontífice, prometemos, nos obrigamos e juramos observar fiel e escrupulosamente todas as prescrições contidas na Constituição Apostólica do Sumo Pontífice João Paulo II, Universi Dominici Gregis, proclamada em 22 de fevereiro de 1996.
  Igualmente, prometemos, nos obrigamos e juramos que quem quer de nós que, por disposição divina, seja eleito Sumo Pontífice, se comprometerá a desempenhar fielmente o "munus petrinum" de Pastor da Igreja universal e não deixará de afirmar e defender denodadamente os direitos espirituais e temporários, assim como a liberdade da Santa Sé.
  Sobretudo, prometemos e juramos observar com a máxima fidelidade e com todos, tanto clérigos como laicos, o segredo sobretudo o relacionado de algum modo com a eleição do Romano Pontífice e sobre o que ocorre no lugar da eleição concernente direta ou indiretamente à apuração.
  Não violar de modo algum este segredo tanto durante como depois da eleição do novo pontífice, a menos que seja dada autorização explícita pelo mesmo pontífice; não apoiar ou favorecer nenhuma interferência, oposição ou qualquer outra forma de intervenção com a qual autoridades seculares de qualquer ordem ou grau, ou qualquer grupo de pessoas ou indivíduos quisessem imiscuir-se na eleição do Romano Pontífice".

A missa

Sbiam que, antes de começar o Conclave pra valer, os cardeais se reunem para celebrarem uma missa de introdução, na Capela Sistina?
  Pois é! A participação do povo e da imprensa é liberada, mas até findar a missa, quando os cardeais iniciam o conclave, com o clássico e famoso anúncio "Extra Omnes!". Então, os que não participarão do conclave retiram-se, e retomam seus lugares na Praça de São Pedro, de onde vigiam a chaminé que nos indicará o andar das eleições.

Uma criança com corpo de mulher...

As portas até Cristo


BXVI em sua entronização

"Neste momento a minha recordação volta ao dia 22 de Outubro de 1978, quando o Papa João Paulo II deu início ao seu ministério aqui na Praça de São Pedro. Ainda, e continuamente, ressoam aos meus ouvidos as suas palavras de então: "Não tenhais medo, abri de par em par as portas a Cristo!" O Papa dirigia-se aos fortes, aos poderosos do mundo, os quais tinham medo que Cristo pudesse tirar algo ao seu poder, se o tivessem deixado entrar e concedido a liberdade à fé."
  Estas palavras foram proferidas por Bento XVI em sua homilia de 24 de abril de 2005, na Praça de São Pedro, em sua entronização.

Superemos!


Na penúltima oração do Angelus de Bento XVI, uma multidão o ouviu pedir para que a Igreja supere seu egoísmo, e também seu orgulho!
  Pediu, também, para que rezemos por seu sucessor!