quinta-feira, 6 de março de 2014

Início das aulas de teologia na Itepa Faculdades


Olá pessoal!
Como já foi anunciado pelo Miguel, a partir de hoje passo a colaborar com este blog. Será uma alegria poder partilhar algumas notícias e ideias sobre o curso de teologia na Itepa Faculdades.
A primeira notícia é sobre o início das aulas de teologia. Nesta última segunda-feira, dia 24 de fevereiro, aconteceu o retorno das aulas para as turmas do segundo, terceiro e quarto ano, bem como a acolhida dos novos estudantes, que formarão a turma do primeiro ano.
O encontro iniciou às 19 horas com um momento de oração, preparado pelo grupo de seminaristas da teologia da Arquidiocese de Passo Fundo, com a colaboração do Pe. Mateus. Rezamos em torno do tema da família, tendo em vista que neste ano, em outubro, acontece o sínodo sobre: “Os desafios pastorais sobre a família no contexto da evangelização”.
A corrente de papéis coloridos
Rezamos com o desejo de ser da família de Jesus, pois: “quem faz a vontade de Deus esse é meu irmão, minha irmã e minha mãe” (Mc 3,35). Mas também rezamos com a vontade de formarmos uma família na Itepa Faculdades, vivendo a fraternidade e os valores do Reino de Deus. Neste sentido, durante a oração, foi realizada a dinâmica de formar uma corrente com um papel colorido, em que cada um escreveu seu nome e as expectativas para o ano. Ficou uma corrente muito bonita e muito simbólica. Também formando uma corrente humana rezamos a oração de todo cristão.
O Arcebispo de Passo Fundo, Dom Antonio Carlos Altieri, esteve presente e, após a oração, manifestou o desejo de que seja um ano muito produtivo para todos, principalmente nos estudos, mas que, acima de tudo, a Itepa Faculdades seja “uma escola de santidade”.
Esta noite também foi de apresentação. Cada turma e professor pode se apresentar e expressar suas expectativas para o ano. Foi um momento muito rico, de conhecimento mútuo e de partilha. Após a apresentação de cada grupo o Pe. Mateus logo motivava um canto de acolhida, contagiando a todos. Gerou surpresa e alegria em muitos de nós perceber que a turma do primeiro ano é a maior de todas na faculdade. Com certeza são pessoas que chegam para contribuir com a caminhada deste instituto, que almeja ser “um berço de esperança!”.
Após um momento de intervalo ainda foi apresentado o projeto para o ano de 2014. Neste, foram destacadas as prioridades do Instituto que são: o estudo, a pesquisa e a espiritualidade. Também foi exposto o calendário dos eventos do ano. Foi uma noite muito intensa de atividades, o que caracteriza um início de ano muito positivo, cheio de sonhos, expectativas e desafios a serem enfrentados.
É preciso dar razões de nossa esperança, por isso, bons estudos a todos (as) os (as) estudantes de teologia!
Abraço fraterno!

Daniel Rodrigo Feltes

quarta-feira, 5 de março de 2014

Papa Francisco fala verdade sobre pedofilia e Igreja

   Em entrevista concedida ao jornal italiano Corriere della Sera, o papa Francisco afirmou que ninguém tem feito mais do que a Igreja Católica na luta contra a pedofilia. "Talvez seja a Igreja a única instituição pública que atua com transparência e responsabilidade", afirmou o pontífice, para quem, contudo, a Igreja é a “única atacada”.
   Questionado pelo sobre o balanço de seu primeiro ano de pontificado, Francisco afirmou que "as estatísticas sobre o fenômeno da violência contra as crianças são impressionantes, mas também mostram com clareza que a grande maioria dos abusos ocorre em um ambiente familiar e de vizinhança".
   E prosseguiu: "Os casos de abusos são tremendos porque deixam feridas muito profundas. Bento XVI foi muito corajoso e abriu um caminho. A Igreja, neste caminho, tem feito muito. Talvez mais que qualquer outro", disse. "A Igreja Católica talvez seja a única instituição pública que se movimenta com transparência e responsabilidade. Ninguém tem feito mais. E, no entanto, a Igreja é a única atacada", completou.
   O Comitê de Direitos das Crianças das Nações Unidas divulgou no mês passado um relatório muito crítico sobre a atitude do Vaticano no combate aos abusos sexuais contra menores de idade – e pede que a Igreja afaste imediatamente de seus cargos todos os membros do clero e funcionários que tenham abusado sexualmente de crianças e os denunciem às autoridades para que sejam investigados e processados. No documento, o comitê da ONU ainda critica duramente o Vaticano por adotar políticas que permitiram que padres estuprassem e molestassem "dezenas de milhares" de crianças e pediu a abertura de arquivos sobre pedófilos e clérigos que ocultaram seus crimes. 
   Francisco anunciou a criação de uma comissão de especialistas para a proteção das crianças em todas as instituições da Igreja. A Santa Sé é signatária da Convenção das Nações Unidas sobre os Direitos da Criança, um instrumento juridicamente vinculativo que visa proteger uma das populações mais vulneráveis ​​na sociedade. O Vaticano ratificou a convenção em 1990, mas entre 1994 e 2012, a Santa Sé ficou sem editar relatórios sobre o cumprimento das diretrizes.  O período de silêncio coincidiu com a temporada de revelações de casos de abuso de menores por membros da Igreja Católica e intensas críticas da sociedade sobre a postura do Vaticano em relação às denúncias. 

Mensagem do Papa Francisco para a Quaresma

Hoje, no mundo todo, começa o Tempo Litúrgico conhecido por Quaresma, tempo de renovação na Igreja, tempo de Conversão!
   Leia a mensagem do querido Papa Francisco para a Quaresma 2014:

MENSAGEM DO SANTO PADRE FRANCISCO
PARA A QUARESMA DE 2014

Fez-Se pobre, para nos enriquecer com a sua pobreza
(cf. 2 Cor 8, 9)


Queridos irmãos e irmãs!

Por ocasião da Quaresma, ofereço-vos algumas reflexões com a esperança de que possam servir para o caminho pessoal e comunitário de conversão. Como motivo inspirador tomei a seguinte frase de São Paulo: «Conheceis bem a bondade de Nosso Senhor Jesus Cristo, que, sendo rico, Se fez pobre por vós, para vos enriquecer com a sua pobreza» (2 Cor 8, 9). O Apóstolo escreve aos cristãos de Corinto encorajando-os a serem generosos na ajuda aos fiéis de Jerusalém que p
assam necessidade. A nós, cristãos de hoje, que nos dizem estas palavras de São Paulo? Que nos diz, hoje, a nós, o convite à pobreza, a uma vida pobre em sentido evangélico?

A graça de Cristo

Tais palavras dizem-nos, antes de mais nada, qual é o estilo de Deus. Deus não Se revela através dos meios do poder e da riqueza do mundo, mas com os da fragilidade e da pobreza: «sendo rico, Se fez pobre por vós». Cristo, o Filho eterno de Deus, igual ao Pai em poder e glória, fez-Se pobre; desceu ao nosso meio, aproximou-Se de cada um de nós; despojou-Se, «esvaziou-Se», para Se tornar em tudo semelhante a nós (cf. Fil 2, 7; Heb 4, 15). A encarnação de Deus é um grande mistério. Mas, a razão de tudo isso é o amor divino: um amor que é graça, generosidade, desejo de proximidade, não hesitando em doar-Se e sacrificar-Se pelas suas amadas criaturas. A caridade, o amor é partilhar, em tudo, a sorte do amado. O amor torna semelhante, cria igualdade, abate os muros e as distâncias. Foi o que Deus fez connosco. Na realidade, Jesus «trabalhou com mãos humanas, pensou com uma inteligência humana, agiu com uma vontade humana, amou com um coração humano. Nascido da Virgem Maria, tornou-Se verdadeiramente um de nós, semelhante a nós em tudo, excepto no pecado» (Conc. Ecum. Vat. II, Const. past. Gaudium et spes, 22).
A finalidade de Jesus Se fazer pobre não foi a pobreza em si mesma, mas – como diz São Paulo – «para vos enriquecer com a sua pobreza». Não se trata dum jogo de palavras, duma frase sensacional. Pelo contrário, é uma síntese da lógica de Deus: a lógica do amor, a lógica da Encarnação e da Cruz. Deus não fez cair do alto a salvação sobre nós, como a esmola de quem dá parte do próprio supérfluo com piedade filantrópica. Não é assim o amor de Cristo! Quando Jesus desce às águas do Jordão e pede a João Baptista para O baptizar, não o faz porque tem necessidade de penitência, de conversão; mas fá-lo para se colocar no meio do povo necessitado de perdão, no meio de nós pecadores, e carregar sobre Si o peso dos nossos pecados. Este foi o caminho que Ele escolheu para nos consolar, salvar, libertar da nossa miséria. Faz impressão ouvir o Apóstolo dizer que fomos libertados, não por meio da riqueza de Cristo, mas por meio da sua pobreza. E todavia São Paulo conhece bem a «insondável riqueza de Cristo» (Ef 3, 8), «herdeiro de todas as coisas» (Heb 1, 2).
Em que consiste então esta pobreza com a qual Jesus nos liberta e torna ricos? É precisamente o seu modo de nos amar, o seu aproximar-Se de nós como fez o Bom Samaritano com o homem abandonado meio morto na berma da estrada (cf. Lc 10, 25-37). Aquilo que nos dá verdadeira liberdade, verdadeira salvação e verdadeira felicidade é o seu amor de compaixão, de ternura e de partilha. A pobreza de Cristo, que nos enriquece, é Ele fazer-Se carne, tomar sobre Si as nossas fraquezas, os nossos pecados, comunicando-nos a misericórdia infinita de Deus. A pobreza de Cristo é a maior riqueza: Jesus é rico de confiança ilimitada em Deus Pai, confiando-Se a Ele em todo o momento, procurando sempre e apenas a sua vontade e a sua glória. É rico como o é uma criança que se sente amada e ama os seus pais, não duvidando um momento sequer do seu amor e da sua ternura. A riqueza de Jesus é Ele ser o Filho: a sua relação única com o Pai é a prerrogativa soberana deste Messias pobre. Quando Jesus nos convida a tomar sobre nós o seu «jugo suave» (cf. Mt 11, 30), convida-nos a enriquecer-nos com esta sua «rica pobreza» e «pobre riqueza», a partilhar com Ele o seu Espírito filial e fraterno, a tornar-nos filhos no Filho, irmãos no Irmão Primogénito (cf.Rm 8, 29).
Foi dito que a única verdadeira tristeza é não ser santos (Léon Bloy); poder-se-ia dizer também que só há uma verdadeira miséria: é não viver como filhos de Deus e irmãos de Cristo.
O nosso testemunho
Poderíamos pensar que este «caminho» da pobreza fora o de Jesus, mas não o nosso: nós, que viemos depois d'Ele, podemos salvar o mundo com meios humanos adequados. Isto não é verdade. Em cada época e lugar, Deus continua a salvar os homens e o mundo por meio da pobreza de Cristo, que Se faz pobre nos Sacramentos, na Palavra e na sua Igreja, que é um povo de pobres. A riqueza de Deus não pode passar através da nossa riqueza, mas sempre e apenas através da nossa pobreza, pessoal e comunitária, animada pelo Espírito de Cristo.
À imitação do nosso Mestre, nós, cristãos, somos chamados a ver as misérias dos irmãos, a tocá-las, a ocupar-nos delas e a trabalhar concretamente para as aliviar. A miséria não coincide com a pobreza; a miséria é a pobreza sem confiança, sem solidariedade, sem esperança. Podemos distinguir três tipos de miséria: a miséria material, a miséria moral e a miséria espiritual. A miséria material é a que habitualmente designamos por pobreza e atinge todos aqueles que vivem numa condição indigna da pessoa humana: privados dos direitos fundamentais e dos bens de primeira necessidade como o alimento, a água, as condições higiénicas, o trabalho, a possibilidade de progresso e de crescimento cultural. Perante esta miséria, a Igreja oferece o seu serviço, a sua diakonia, para ir ao encontro das necessidades e curar estas chagas que deturpam o rosto da humanidade. Nos pobres e nos últimos, vemos o rosto de Cristo; amando e ajudando os pobres, amamos e servimos Cristo. O nosso compromisso orienta-se também para fazer com que cessem no mundo as violações da dignidade humana, as discriminações e os abusos, que, em muitos casos, estão na origem da miséria. Quando o poder, o luxo e o dinheiro se tornam ídolos, acabam por se antepor à exigência duma distribuição equitativa das riquezas. Portanto, é necessário que as consciências se convertam à justiça, à igualdade, à sobriedade e à partilha.
Não menos preocupante é a miséria moral, que consiste em tornar-se escravo do vício e do pecado. Quantas famílias vivem na angústia, porque algum dos seus membros – frequentemente jovem – se deixou subjugar pelo álcool, pela droga, pelo jogo, pela pornografia! Quantas pessoas perderam o sentido da vida; sem perspectivas de futuro, perderam a esperança! E quantas pessoas se vêem constrangidas a tal miséria por condições sociais injustas, por falta de trabalho que as priva da dignidade de poderem trazer o pão para casa, por falta de igualdade nos direitos à educação e à saúde. Nestes casos, a miséria moral pode-se justamente chamar um suicídio incipiente. Esta forma de miséria, que é causa também de ruína económica, anda sempre associada com a miséria espiritual, que nos atinge quando nos afastamos de Deus e recusamos o seu amor. Se julgamos não ter necessidade de Deus, que em Cristo nos dá a mão, porque nos consideramos auto-suficientes, vamos a caminho da falência. O único que verdadeiramente salva e liberta é Deus.
O Evangelho é o verdadeiro antídoto contra a miséria espiritual: o cristão é chamado a levar a todo o ambiente o anúncio libertador de que existe o perdão do mal cometido, de que Deus é maior que o nosso pecado e nos ama gratuitamente e sempre, e de que estamos feitos para a comunhão e a vida eterna. O Senhor convida-nos a sermos jubilosos anunciadores desta mensagem de misericórdia e esperança. É bom experimentar a alegria de difundir esta boa nova, partilhar o tesouro que nos foi confiado para consolar os corações dilacerados e dar esperança a tantos irmãos e irmãs imersos na escuridão. Trata-se de seguir e imitar Jesus, que foi ao encontro dos pobres e dos pecadores como o pastor à procura da ovelha perdida, e fê-lo cheio de amor. Unidos a Ele, podemos corajosamente abrir novas vias de evangelização e promoção humana.
Queridos irmãos e irmãs, possa este tempo de Quaresma encontrar a Igreja inteira pronta e solícita para testemunhar, a quantos vivem na miséria material, moral e espiritual, a mensagem evangélica, que se resume no anúncio do amor do Pai misericordioso, pronto a abraçar em Cristo toda a pessoa. E poderemos fazê-lo na medida em que estivermos configurados com Cristo, que Se fez pobre e nos enriqueceu com a sua pobreza. A Quaresma é um tempo propício para o despojamento; e far-nos-á bem questionar-nos acerca do que nos podemos privar a fim de ajudar e enriquecer a outros com a nossa pobreza. Não esqueçamos que a verdadeira pobreza dói: não seria válido um despojamento sem esta dimensão penitencial. Desconfio da esmola que não custa nem dói.
Pedimos a graça do Espírito Santo que nos permita ser «tidos por pobres, nós que enriquecemos a muitos; por nada tendo e, no entanto, tudo possuindo» (2 Cor 6, 10). Que Ele sustente estes nossos propósitos e reforce em nós a atenção e solicitude pela miséria humana, para nos tornarmos misericordiosos e agentes de misericórdia. Com estes votos, asseguro a minha oração para que cada crente e cada comunidade eclesial percorra frutuosamente o itinerário quaresmal, e peço-vos que rezeis por mim. Que o Senhor vos abençoe e Nossa Senhora vos guarde!

Vaticano, 26 de Dezembro de 2013

O CAJOB

O CAJOB é o Centro Acadêmico João Berthier, do Ifibe (Instituto Superior de Filosofia Berthier), onde muitos dos seminaristas que fazem este blog acontecer estudam!
   O Junior Centenaro, Colaborador Permanente do blog, e que já publicou antes, é o presidente do CAJOB, e provavelmente dará notícias do CAJOB aqui no espaço do Papo de Seminarista!
   É mais uma forma de se descobrir o que vive um seminarista!
   Confira:
*O CAJOB já está na nossa lista de sites sugeridos, é só clicar!

Exemplo de fé e dedicação

Vem de Lagoa Bonita do Sul (RS), um exemplo que chamou a atenção. Moisés Geremia, um dos seminaristas do nosso seminário, nos trouxe a notícia, extraída do jornal Gazeta da Serra. Leia abaixo a notícia:


O tripé: manutenção de um ritmo de estudos intenso e diário, escolha de um bom cursinho e a fé, não necessariamente nessa ordem, foi a receita que levou o jovem rural Lucas Lazzari, de 18 anos, natural de Linha Melchior, Lagoa Bonita do Sul, a ser aprovado em quatro vestibulares, três deles para Medicina em Universidades Federais. Sorte? Não. Dedicação? Sim. Para um menino que saiu de casa para estudar fora, tendo que enfrentar a Capital Gaúcha absolutamente sozinho por um ano, o sucesso é fruto do amadurecimento pessoal e, principalmente, da força de uma família estruturada. Ele é filho de Leonardo e Luciana


Lazzari, caprinocultores, que se dedicaram à vida no campo.


Lucas iniciou seus estudos na Escola Estadual José Luchese, em Lagoa Bonita do Sul. Na Escola Padre Benjamim Copetti, cursou o Ensino Médio e, após fazer Pré-Vestibular no Diferencial Cursos, foi para Porto Alegre onde estudou no famoso Mottola. “No segundo ano do Ensino Médio eu já sabia que a Medicina era meu futuro”, disse entusiasmado. “Estudava de 12 a 15 horas todos os dias”, comenta.
O primeiro vestibular foi feito na Ulbra; resultado: aprovado. O segundo na Universidade Federal de Santa Maria; resultado: aprovado. O terceiro na Universidade Federal de Santa Catarina; resultado: aprovado em 5º lugar em sua modalidade. O quarto e último, a prova de fogo, como descreveu, foi na Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS); resultado: aprovado com louvor na melhor faculdade do país no quesito ensino. “Depois de ter passado na Federal de Santa Catarina fui para a UFRGS com mais confiança”, explica. Com a sorte e o mérito de poder escolher onde estudar, Lucas decidiu-se pela UFRGS. “Estou muito feliz e não há nenhuma palavra que possa descrever o que senti ao ver meu nome nos listões de aprovados”, comenta.

Futuro
Lucas pretende, ao longo dos anos de faculdade, focar em duas possíveis áreas dentro da Medicina: Oncologia ou Neurologia. Sem hesitar, afirma que sua maior paixão é o cérebro. “Quero ajudar a compreender esse complexo sistema”, comenta. Ao contrário do que se poderia imaginar, Lucas não apontou, por exemplo, a Biologia como sua disciplina de maior interesse: “Filosofia e teologia, com toda a certeza, são minhas preferidas”, explica.

Depois da formatura no disputadíssimo curso de Medicina, o jovem pretende cursar teologia e se tornar diácono. “Se não fosse Deus, nada teria acontecido em minha vida. Escolhi a Medicina por ser uma possibilidade de exercer a fraternidade”, aponta com fé.

Até agosto de 2014, quando inicia a faculdade, Lucas vai continuar a ajudar os pais no campo, no trato com as cabras. “O jovem rural pode ir muito além do que imagina. Amadureci muito, e ainda tenho um universo de conhecimento a desvendar. Meu exemplo pode, e deve, servir para todos aqueles que acreditam no seus sonhos com muita oração, autoconhecimento e perseverança”.
Abaixo as universidades de medicina nas quais ele passou:



Romaria da Terra, em Tapes


Aconteceu, nesta terça-feira, a 37ª Romaria da Terra, em Tapes (RS), vicariato de Guaíba, Arquidiocese de Porto Alegre (RS).
            Lá estiveram alguns bispos da Regional Sul 3 da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil, vários sacerdotes, o MST, a PJ e outros grupos.
            Alguns seminaristas da nossa arquidiocese também marcaram presença, inclusive eu. Outros seminaristas também participaram do Acampamento da Juventude, que precede a Romaria da Terra, e começou no dia 01 de março, terminando ontem. O acampamento geralmente é organizado pela Pastoral da Juventude (PJ) mas, desta vez, quem esteve à frente do Acampamento da Juventude foi o MST, donos do Assentamento do Junco, onde aconteceu a Romaria.

            O tema desta romaria foi: “Cultivar a Vida Saudável”.

terça-feira, 4 de março de 2014

#Partiu peregrino

Hoje, pelas três da madruga, alguns dos seminaristas do Seminário Nossa Senhora Aparecida, de Passo Fundo (RS), rumam para a Romaria da Terra em Tapes (RS), qua acontece anualmente, em diferentes dioceses, conforme a escolhida. Ano que vem será na Arquidiocese de Passo Fundo (RS)! Este ano é na Arquidiocese de Porto Alegre!
   Rezem por nós, amigos amados!!!
   Nós rezaremos por todos que pedem justiça em todos os meios, seja o rural. seja o urbano!
#Partiu pro abraço de Cristo!!!

Evangelho do dia

Mc 10, 28-31 
 
Receberá cem vezes mais agora, durante esta vida
com perseguições e, no mundo futuro, a vida eterna.
+ Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo segundo São Marcos 10,28-31
 
Naquele tempo:
28Começou Pedro a dizer a Jesus:
'Eis que nós deixamos tudo e te seguimos.'
29Respondeu Jesus:
'Em verdade vos digo,
quem tiver deixado casa, irmãos, irmãs, mãe, pai, filhos,
campos, por causa de mim e do Evangelho,
30receberá cem vezes mais agora, durante esta vida
- casa, irmãos, irmãs, mães, filhos e campos,
com perseguições -
e, no mundo futuro, a vida eterna.
31Muitos que agora sóo os primeiros serão os últimos.
E muitos que agora são os últimos serão os primeiros.'
Palavra da Salvação.

Fonte CNBB
Postado por Seminarista Saulo Tonini