sexta-feira, 6 de setembro de 2013

A ideia brotou

O Terceirão Imaculada fez melhor do que se poderia esperar de tantos jovens reunidos (nunca nos subestimem)! A batizada "Estufa Ecológica" foi fruto da gincana proposta pela  Unijuí, uma universidade gaúcha, que nos colocou diante de um problema: criar algo útil, original e super bacana. Detalhe: usando materiais reciclados.
   O trabalho requereu esforça de toda a escola, desde a coleta de da garrafas PET, ao momento de ceder tempo para que se erguesse a estufa! Com orgulho ela ficou pronta, tendo-se a certeza de que esta construção há de gerar, quase literalmente, frutos para escola. 
   Ela foi feita com material todo reutilizado, desde as garrafas PET à madeira utilizada, que restara da reforma da escola. Até mesmo o plástico que fora utilizado para cobrir a Estufa Ecológica veio de sobras da construção de outra estufa.

|PAZ|

   Hoje, quando abri minha caixa de entrada do Gmail   eu recebi uma carta, enviada pela assessoria de imprensa da Arquidiocese de Passo Fundo, em prol da paz.
   
Trata-se do texto anexado abaixo:



Mensagem à Família Salesiana pela Paz
Caríssimos irmãos e irmãs da Família Salesiana,
     a todos uma caríssima saudação, com o mesmo afeto que nutria Dom Bosco por todos os seus Filhos e Filhas.
O motivo desta minha Mensagem a toda a Família Salesiana é propor à sua atenção quanto o Santo Padre nos comunicou por ocasião da reza do Ângelus, domingo passado, 1º de setembro. Dirigiu-se Ele à Igreja e ao mundo com estas palavras:
“Hoje, queridos irmãos e irmãs, queria fazer-me intérprete do grito que se ergue, com crescente angústia, em todos os cantos da terra, em todos os povos, em cada coração, na grande única família que é a humanidade: o grito da paz! É um grito que diz com força: queremos um mundo de paz, queremos ser homens e mulheres de paz, queremos que nesta nossa sociedade, dilacerada por divisões e conflitos, possa irromper a paz! Nunca mais guerra! Nunca mais guerra! A paz é um dom tão precioso que deve ser promovido e tutelado”.
Como veem, é um apelo agoniado que se refere em primeiro lugar à dolorosa situação da Síria envolvida há muito numa guerra civil; e é, em segundo lugar, um convite a não esquecermos os numerosos outros conflitos que flagelam tantas regiões e populações, nos diversos Continentes. Para sensibilizar a Igreja e todos os homens de boa vontade sobre este importante tema da paz, o Papa Francisco concluiu o seu apelo dizendo:
            «Por isso, irmãos e irmãs, decidi convocar toda a Igreja, no dia 7 de setembro, para um dia de jejum pela paz na Síria e no mundo inteiro. Das 19 às 24h nos reuniremos em oração e espírito de penitência para invocar este dom de Deus. A humanidade precisa ver gestos de paz. Peço a todas as comunidades organizar algum ato litúrgico segundo esta intenção. Espero-vos sábado próximo, às 19h, na Praça de São Pedro».
Caríssimos, animados pelo mesmo espírito do nosso Pai comum, Dom Bosco, exorto-os vivamente a que acolham este desejo do Santo Padre, como um mandato a ser atuado com convicção e amor. Todos nós cremos que a paz é um bem extraordinariamente necessário para o desenvolvimento e o progresso das comunidades nacionais e da comunidade mundial. Ela se nutre do respeito aos direitos fundamentais que devem ser garantidos a povos e a pessoas e, contemporaneamente, edifica-se pela observância de deveres igualmente importantes, que brotam desses mesmos direitos.
Desejo portanto convidar todos os Grupos da Família Salesiana a acolherem de modo concreto a exortação do Santo Padre a fazer, do dia 7 de setembro, um dia de oração, de reflexão, de jejum, com que testemunhar ao mundo a nossa crença no grande valor da paz e para invocar este mesmo dom do “Príncipe da Paz”, Cristo Ressuscitado, Vencedor da morte!
Concretamente, a quantos puderem, no âmbito da Região de Roma, convido a estarem materialmente presentes na Praça de São Pedro para esse grande momento de oração e jejum; e, a quantos vivam em outros contextos, a participarem ativamente nas diferentes iniciativas que certamente serão promovidas em cada uma das Igrejas locais.
Cada comunidade e cada realidade educativa, nos limites do possível, procure animar três momentos:
  • Um momento de oração pela paz, a ser vivido sobretudo como Adoração eucarística, preparada por um jejum particular, alimentando ao depois a oração com textos bíblicos ou textos tomados de documentos da Igreja sobre o tema da paz.
  • Um momento de educação à paz. Nas escolas, nos oratórios, nos demais contextos educativos, proporcionar aos jovens um encontro sobre o tema da paz, propondo uma reflexão a partir de notícias de atualidade sobre o tema, valorizando o texto da Encíclica de João XXIII “Pacem in terris”; outros documentos da Igreja; e também textos significativos de Autores leigos. Proponhamo-nos ajudar os jovens a convencer-se de que a paz se constrói sobre quatro valores fundamentais: a verdade, a justiça, o amor, o perdão.
  • Um momento de testemunho de paz. E’ possível celebrar comunitariamente um momento de reconciliação comunitária, a que convidar também os nossos leigos e os jovens, durante o qual se peça perdão a Deus pelas próprias divisões e conflitos, pequenos e grandes. E’ possível também convidar os leigos a nós ligados para um encontro de reflexão e aprofundamento sobre o tema da paz. Todos devem saber que a paz nos está muito a peito, a cada um dos grupos e às comunidades, da FS.
Caríssimos, agradeço-lhes, a todos! Sei que acolherão este meu convite com generosidade e empenho. Estou certo de poder expressar-lhes o agradecimento do Santo Padre e o obrigado do nosso amado Pai, Dom Bosco!
            Saúdo a todos! Maria, Rainha da Paz e Auxílio dos Cristãos, acompanhe também o nosso caminhar: de todos e de cada um.
Roma, 3 de setembro de 2013.
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P. Pascual Chávez V., SDB
Reitor-Mor

quinta-feira, 5 de setembro de 2013

Para não esquecer

Uma alta taxa imposta aos usuários de transporte público: um estopim após os desaforos já engolidos pelo povo brasileiro. Pode parecer ridículo, mas não foi somente o preço da passagem que levara os jovens às ruas, mas todo o quadro de exploração imposta à nós.
            Mais saúde, mais educação, mais qualidade de vida, preços mais justos, um bom saneamento básico para todos, aplicação honesta do dinheiro dos cofres públicos, direito àquilo que nos é garantido pela lei e prometido pelos políticos, antes das eleições.
            Em suma, foram 438 cidade que protestaram em um só dia, sem levar em conta os demais dias.
            Foi a voz do povo brasileiro que se fez ouvir mais uma vez!

            Estes foram os protestos no Brasil em 2013...

quarta-feira, 4 de setembro de 2013

Golpe no coração gaúcho

Dilma chora ao pronunciar-se à respeito da tragédia
Há oito meses, na cidade Santa Maria (RS), 242 jovens morreram em um dos maiores incêndios do Brasil. No dia 27 de janeiro de 2013 o Brasil voltava seus olhos para a cidade gaúcha, no coração do Rio Grande do Sul, estado brasileiro conhecido por seu tradicionalismo.
            Aquela situação despertou uma atenção enorme no que se referia aos lugares públicos que poderiam proporcionar outro show de tragédia, para mais manchetes no Brasil e no mundo: como resultado, em pouco tempo o Brasil se envolveu em uma força tarefa para regulamentar as casas de shows, igrejas, shoppings, centros de eventos, restaurantes, hotéis e pousadas, entre tantas formas de reunião de pessoas, que poderiam sediar um massacre.
            Esperamos que a nossa terra se veja mais responsável e mais dedicada ao bem estar social deste povo, que é tão carismático, e conhecido por sua recepção calorosa.
            Abraços de Miguel A.S.R.            

SIGNIFICADOS DO ANTIGO E NOVO TESTAMENTO




Que significado tem o Antigo Testamento para os Cristãos?


No Antigo Testamento, Deus mostra-Se como o Criador e o sustento do mundo, como guia e educador da humanidade. Também os livros do Antigo Testamento são Palavra de Deus e Sagrada Escritura. Sem o Antigo Testamento não é possível compreender  Jesus.
No Antigo Testamento começa uma grande história didática sobre a fé, que no Novo Testamento sofre uma decisiva viragem e atinge a meta com o fim do mundo e o retorno de Cristo. Aqui o Antigo Testamento revela-se mais que um simples prelúdio ao Novo.
Os mandamentos e as profecias do Povo da Antiga Aliança, com as suas promessas para toda a humanidade, nunca foram revogados. Nos livros da Antiga Aliança encontra-se um insubstituível tesouro de orações e de sabedoria; em particular, os Salmos pertencem à oração quotidiana da Igreja.

Que significado tem o Novo Testamento para os Cristãos?

No Novo Testamento consuma-se a Revelação de Deus. Os quatro evangelhos -  segundo São Mateus, São Marcos, São Lucas e São João - são o coração da Sagrada Escritura e o mais precioso tesouro da Igreja. Neles mostra-se o filho de Deus como ele é e como vem ao nosso encontro. Nos atos dos apóstolos conhecemos os primórdios da Igreja e a ação do Espírito Santo. Nas cartas apostólicas a vida do ser humano é iluminada, em todas as suas dimensões, pela Luz de Cristo. No Apocalipse de São João antevemos o fim dos tempos.
Jesus é tudo o que Deus nos queria dizer. Todo o Antigo Testamento prepara a encarnação do Filho de Deus.
Todas as promessas de Deus encontram em Jesus o seu cumprimento. Ser Cristão significa unir-se cada vez mais profundamente à vida de Cristo. Para isso é preciso ter e viver os evangelhos. Madeleine Delbrel diz: Através de sua Palavra, Deus diz-nos quem Ele é e o que quer; Ele di-lo definitivamente e para cada dia. Quando temos o nosso evangelho nas mãos, devemos considerar que aí habita a Palavra que Se tornou carne para nós e nos quer atingir para recomeçarmos a Sua vida num novo lugar, num novo tempo, num novo ambiente humano.

Extraído do Livro Yucat
Autor: Papa Emérito Bento XVI
Postado por Saulo Tonini

ESTOU FELIZ!



31 de agosto de 1993


Estou feliz e desejo passar para vocês um pouco desta felicidade. O que consigo é pouco diante do que é necessário, mas de extrema importância para minha Obra.
Queridos e amados filhos, a causa maior de minha vitória sobre as forças do mal se resume em uma única palavra: AMOR.
Eu os amo muito e agradeço a Misericórdia Divina em poder estar com vocês, para que saibam que o Céu os assiste.
Há muito que fazer nesta árdua tarefa de levar a humanidade a compreender que, sem Deus, nada é possível.
Com as orações e sacrifícios de vocês, adquiro uma força cada vez maior para este movimento em prol da salvação de milhares de almas.
Não abandonem a esperança e continuem firmes.
O mundo precisa das orações de vocês!
Obrigada por terem atendido ao Meu Chamado!

Extraído do Livro: Uma voz que fala aos meus ouvidos.
Autor: Raymundo Lopes

terça-feira, 3 de setembro de 2013

SÃO GREGÓRIO MAGNO




No Papa Gregório encontram-se, em grau eminente, todas as qualidades do homem do governo, o senso do dever, da medida e da dignidade. Nele o historiador protestante Harnack admira  a sabedoria, a justiça, a mansidão, a força de iniciativa, a tolerância, e Bossuet considera-o o modelo perfeito de como se governa a Igreja. São Gregório Magno tinha nascido para se tornar papa. A família Anícia, a qual ele pertencia, era uma das principais de Roma. Na morte do seu Pai Jordão, Gregório, ainda muito jovem, era já prefeito da cidade. Admirador da excepcional figura de São Bento, decidiu muito logo transformar as suas posses em Roma e na Sicília em outros tantos mosteiros. Mas ele mesmo não pôde ficar muito tempo, no mosteiro, pois o papa Pelágio II o enviou como núncio a Constantinopla. Voltando a tranquilidade do mosteiro sobre o monte Célio, usufruiu dela por pouco tempo, chamado ao supremo pontificado pelo entusiasmo do povo e pelas insistências do clero e do senado de Roma, depois de séria relutância, acabou aceitando.

Fisicamente não era um colosso e sua saúde foi sempre delicada: a sua primeira série de Homilias sobre o Evangelho foi lida por seu secretário, pois ele não conseguia manter-se em pé. E todavia a sua atividade, em quatorze anos de pontificado, é marcada por coisas incríveis: organiza a defesa de Roma ameaçada por Aginulfo, com quem reata depois de relações de boa vizinhança; administra os bens públicos com religiosa equidade, suprindo o descaso dos funcionários imperiais: cuidou dos aquedutos; favoreceu o progresso dos colonos eliminando todo o resíduo de escravidão da gleba; animado pelo zelo promoveu a missão de santo Agostinho de Cantuária na Inglaterra. Capaz de enxergar além dos confins da cristandade, não desprezava os diminutos cuidados do dia-a-dia. Pouco antes de morrer achou um meio de fazer chegar até o Bispo de Chiusi um manto para o inverno.
O epistolário (chegaram a nós 848 cartas) e as homilias ao povo nos dão farto testemunho de suas múltiplas atividades. Em toda parte deixou sua marca, basta lembrar no campo litúrgico a promoção do canto gregoriano. Sua familiaridade com a Sagrada Escritura aparece nas Homilias sobre Ezequiel e sobre o Evangelho, enquanto os Moralia in Job atestam sua admiração por Santo Agostinho. Profunda influência exerceu juntamente com a Vida de São Bento, o seu livro Regra Pastoral, válido ainda hoje.