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terça-feira, 1 de setembro de 2015

Misericordes sicut Pater

O grande lema do ano da misericórdia "Misercordes sicut Pater", em latim, lê-se, em português "Misericordiosos como o Pai" é o grande refrão do hino deste ano tão importante que já vem chamando a atenção do mundo inteiro. Depois de encerrar o Ano da Fé, convocado por nosso Papa Emérito Bento XVI e convocar o Ano da Vida Consagrada o Papa provoca mais uma profunda reflexão, agora em torno da misericórdia, mas não qualquer misericórdia, a Misericórdia de Deus!
   Confira o hino do Ano da Misericórdia em sua versão original, em latim:

segunda-feira, 31 de agosto de 2015

Sorriso beato... Concluída mais uma fase para beatificação de João Paulo I


João Paulo I, o Papa Sorriso, assim conhecido por ser facilmente flagrado com um sorriso em seus lábios, teve mais um passo dado no seu processo de beatificação. A etapa diocesana do processo já se deu por concluída no dia em que se comemora o aniversário de sua eleição; 26 de agosto.
   Esta etapa aconteceu em Belluno, diocese de origem de Albino Luciani, nome de nascimento do falecido papa. Agora, o processo segue a nível romano, isto é, diretamente na Sede da Igreja Católica, a nossa querida Cidade do Vaticano, onde se encontra a Congregação para a Causa dos Santos, que toma a frente em todos os casos assim que saem do nível diocesano.
 
 Desta vez, uma das novidades foi o testemunho dado por Sua Santidade, o Papa Emérito Bento XVI, atitude que, até então, não se conhecia. Um papa jamais deu testemunhos em causas de outro pontífice. Por isso, mais ma vez, Bento XVI mostra sua profunda ligação com a Igreja e não teme ser revolucionário.

 Agora, para que possamos chamar João Paulo I de beato, há de se esperar que em Roma tudo corra dentro do normal, que não haja impedimentos para a causa, e torcer para que o processo não demore ainda muitos anos.
   Bem sabemos que João Paulo I, que ficou por 33 dias exercendo seu ministério Petrino, após eleito, em 26 de agosto de 1978, foi um dos grandes papas da nossa história e um dos que marcou grandemente a história da Igreja no século XX. Seu jeito amigável, simples por ser humilde, mas também decidido, encantou o mundo. 
   Ele se mostrava cada vez mais um pai para os católicos do mundo todo e, com seu jeito muito carinhoso, soube chegar a mais corações do que se poderia esperar de quem apenas iniciava seu pontificado. Seus gestos também foram memoráveis. Aboliu a cadeira gestatória - aquela cadeira onde os pontífices eram carregados para que todos pudessem vê-los - e seguiu a inciativa de Paulo VI, de não utilizar a Tiara Papal, a tríplice coroa, que seu sucessor rejeitara quinze anos antes. 
   Por isso, no lugar de uma cerimônia de coroação, pediu que fosse celebrada, na Praça de São Pedro, uma missa na qual tomaria posse do cargo, recebendo o Anel do Pescador e o pálio sob seus ombros e, também, momento em que os cardeais saúdam o novo papa. Esse estilo de posse, aliás, foi o mesmo usado por seus sucessores; João Paulo II, Bento XVI e Francisco, e tudo indica que assim continuará.
   João Paulo I morreu de infarto no miocárdio, no dia 28 de setembro de 1978, em seu quarto, pouco antes das quatro horas da manhã, de forma inesperada. Isso gerou um choque tão grande na Igreja que provocou a vinda de milhares de féis à Basílica e Praça de São Pedro para se despedirem do pontífice que governou a Igreja sorrindo com ternura... Seu grande lema, estampado em seu brasão, sempre foi  este: "Humildade"

quinta-feira, 6 de agosto de 2015

Arquidiocese de Passo Fundo se despede de dom Antonio Carlos Altieri (site da Arquidiocese de Passo Fundo)


Abaixo segue a notícia que foi publicada pelo site oficial da Arquidiocese de Passo Fundo:

   Pouco antes de completar três anos como arcebispo de Passo Fundo, dom Antonio Carlos Altieri teve, no dia 15 de julho, sua renúncia aceita pelo Papa Francisco. Em Celebração na Catedral Metropolitana na tarde desta quarta-feira, 05, a Igreja Local da Arquidiocese de Passo Fundo se despediu do agora arcebispo emérito.
    A celebração, em ação de graças pelo episcopado de dom Altieri nestes três anos, contou com a presença de diversos padres da arquidiocese e visitantes, além de dom Pedro Ercílio Simon, arcebispo emérito, dom Urbano Allgayer, bispo emérito e dom Girônimo Zanandréa, bispo emérito de Erexim.
   Durante a Missa, dom Altieri agradeceu a acolhida e reafirmou que tudo que acontece é pela vontade de Deus. “Aos olhos humanos pode parecer estranho dar graças nestas devidas circunstâncias”, apontou. “Há acontecimentos conduzidos pela Providência Divina que às vezes nos fazem sofrer e que exigem de nós uma verdadeira conversão, uma purificação”, explicou o arcebispo, ressaltando que “tudo que Deus faz ou permite é bom para nós, porque Ele é Pai e nos ama. Quem sabe ou conhece plenamente os caminhos de Deus?”, questionou.
   Na homilia, o arcebispo emérito ainda provocou a comunidade arquidiocesana a seguir no caminho de fortalecimento de fé e da Igreja local, motivando: “Seguimos em frente, com fé e coragem. Um longo caminho espera a todos. É preciso viver, amar, avançar, sonhar. Que a graça da humildade e do perdão corte o que nos impede a voar mais alto”. Dom Altieri lembrou também da sua nomeação como arcebispo de Passo Fundo, inesperada e repentina. “Disse meu sim incondicional. O único argumento que eu tinha para recusar era não conhecer o Sul. Aquele sim foi como assinar um cheque em branco”, relatou. Segundo ele, neste momento de dificuldade no governo da arquidiocese, ponderou: “Por que não continuar a amar e servir esse povo de Deus? Então vi que se tem algo importante para um povo é o seu Deus. Ele é a pérola preciosa pela qual vale a pena deixar tudo. O povo de Deus é de Deus, não meu. Então, a partir desse momento, entrego vocês aos cuidados dele, o Pastor da nossa vida. Dom Altieri pediu perdão e frisou mais uma vez que não leva ressentimento ou mágoa de ninguém. “Depois deste tempo aqui, eu acredito ainda mais no amor. Ah! Como é belo o amor”, concluiu.

   Ainda durante a celebração, dom Altieri recebeu as homenagens do padre Eberson Fontana, representante de todos os presbíteros da arquidiocese, da Sra. Maria da Luz, em nome da comunidade arquidiocesana e do jovem Junior Luz, pela Renovação Carismática Católica da Arquidiocese.

quarta-feira, 15 de julho de 2015

Renúncia de Dom Altieri

O Arcebispo de nossa Arquidiocese, Dom Antônio Carlos Altieri, fez seu pedido de renúncia à missão pastoral frente à nossa arquidiocese. Este foi aceito pelo Papa Francisco e divulgado hoje pela manhã.
   Em 2011 a Diocese de Passo Fundo, por ordem do Papa Emérito Bento XVI, foi elevada Arquidiocese, tendo à frente o, até então Bispo de Passo Fundo, Dom Ercílio Pedro Simon que, após um ano como arcebispo, devido a seu estado de saúde, pediu renúncia ao posto.
   Para sucedê-lo o Papa Bento XVI escolheu o Bispo de Caraguatatuba, diocese do litoral do estado de São Paulo, Dom Antônio Carlos Altieri, anunciando oficialmente no dia 11 de junho a escolha. Foi no dia 16 de setembro, no entanto, que Dom Altieri tomou posse da Arquidiocese de Passo Fundo, tornado-se o seu segundo arcebispo. Com cinco anos de criação, a Arquidiocese de Passo Fundo espera o seu terceiro arcebispo.
   A partir de agora, quem está a frente de nossa arquidiocese como administrador apostólico é o senhor Bispo da Diocese de Montenegro, RS, Dom Paulo Antônio de Conto, até que o Santo Padre nomeie um novo arcebispo.

   Rezemos, pedindo que o Espírito Santo auxilie nossa caminhada e que nos envie mais um pastor para apascentar este rebanho.

domingo, 27 de abril de 2014

São Santos!

Os Papas João XXIII e João Paulo II já são santos reconhecidos!!! Comemoremos esta grande notícia que a Igreja nos dá por meio de outro grande papa: Francisco!
Confira a homilia do Papa Francisco:


No centro deste domingo, que encerra a Oitava de Páscoa e que São João Paulo II quis dedicar à Misericórdia Divina, encontramos as chagas gloriosas de Jesus ressuscitado.
Já as mostrara quando apareceu pela primeira vez aos Apóstolos, ao anoitecer do dia depois do sábado, o dia da Ressurreição. Mas, naquela noite – como ouvimos –, Tomé não estava; e quando os outros lhe disseram que tinham visto o Senhor, respondeu que, se não visse e tocasse aquelas feridas, não acreditaria. Oito dias depois, Jesus apareceu de novo no meio dos discípulos, no Cenáculo, encontrando-se presente também Tomé; dirigindo-Se a ele, convidou-o a tocar as suas chagas. E então aquele homem sincero, aquele homem habituado a verificar tudo pessoalmente, ajoelhou-se diante de Jesus e disse: «Meu Senhor e meu Deus!» (Jo 20, 28).
Se as chagas de Jesus podem ser de escândalo para a fé, são também a verificação da fé. Por isso, no corpo de Cristo ressuscitado, as chagas não desaparecem, continuam, porque aquelas chagas são o sinal permanente do amor de Deus por nós, sendo indispensáveis para crer em Deus: não para crer que Deus existe, mas sim que Deus é amor, misericórdia, fidelidade. Citando Isaías, São Pedro escreve aos cristãos: «pelas suas chagas, fostes curados» (1 Ped 2, 24; cf. Is 53, 5).
São João XXIII e São João Paulo II tiveram a coragem de contemplar as feridas de Jesus, tocar as suas mãos chagadas e o seu lado trespassado. Não tiveram vergonha da carne de Cristo, não se escandalizaram d’Ele, da sua cruz; não tiveram vergonha da carne do irmão (cf. Is 58, 7), porque em cada pessoa atribulada viam Jesus. Foram dois homens corajosos, cheios da parresia do Espírito Santo, e deram testemunho da bondade de Deus, da sua misericórdia, à Igreja e ao mundo.
Foram sacerdotes, bispos e papas do século XX. Conheceram as suas tragédias, mas não foram vencidos por elas. Mais forte, neles, era Deus; mais forte era a fé em Jesus Cristo, Redentor do homem e Senhor da história; mais forte, neles, era a misericórdia de Deus que se manifesta nestas cinco chagas; mais forte era a proximidade materna de Maria.
Nestes dois homens contemplativos das chagas de Cristo e testemunhas da sua misericórdia, habitava «uma esperança viva», juntamente com «uma alegria indescritível e irradiante» (1 Ped 1, 3.8). A esperança e a alegria que Cristo ressuscitado dá aos seus discípulos, e de que nada e ninguém os pode privar. A esperança e a alegria pascais, passadas pelo crisol do despojamento, do aniquilamento, da proximidade aos pecadores levada até ao extremo, até à náusea pela amargura daquele cálice. Estas são a esperança e a alegria que os dois santos Papas receberam como dom do Senhor ressuscitado, tendo-as, por sua vez, doado em abundância ao Povo de Deus, recebendo sua eterna gratidão.
Esta esperança e esta alegria respiravam-se na primeira comunidade dos crentes, em Jerusalém, de que falam os Atos dos Apóstolos (cf. 2, 42-47), que ouvimos na segunda Leitura. É uma comunidade onde se vive o essencial do Evangelho, isto é, o amor, a misericórdia, com simplicidade e fraternidade.
E esta é a imagem de Igreja que o Concílio Vaticano II teve diante de si. João XXIII e João Paulo II colaboraram com o Espírito Santo para restabelecer e atualizar a Igreja segundo a sua fisionomia originária, a fisionomia que lhe deram os santos ao longo dos séculos. Não esqueçamos que são precisamente os santos que levam avante e fazem crescer a Igreja. Na convocação do Concílio, São João XXIII demonstrou uma delicada docilidade ao Espírito Santo, deixou-se conduzir e foi para a Igreja um pastor, um guia-guiado, guiado pelo Espírito. Este foi o seu grande serviço à Igreja; por isso gosto de pensar nele como o Papa da docilidade ao Espírito Santo.
Neste serviço ao Povo de Deus, São João Paulo II foi o Papa da família. Ele mesmo disse uma vez que assim gostaria de ser lembrado: como o Papa da família. Apraz-me sublinhá-lo no momento em que estamos a viver um caminho sinodal sobre a família e com as famílias, um caminho que ele seguramente acompanha e sustenta do Céu.

Que estes dois novos santos Pastores do Povo de Deus intercedam pela Igreja para que, durante estes dois anos de caminho sinodal, seja dócil ao Espírito Santo no serviço pastoral à família. Que ambos nos ensinem a não nos escandalizarmos das chagas de Cristo, a penetrarmos no mistério da misericórdia divina que sempre espera, sempre perdoa, porque sempre ama.


São João XXIII e São João Paulo II, rogai por nós!

sexta-feira, 25 de abril de 2014

O Papa Bom

Está chegando o dia que muitos de nós esperávamos: o da canonização de nosso amado papa João XXIII, o homem que convocou o Concílio Vaticano II, que completou 50 anos de convocação em 2012, que foi, inclusive, motivo para o Papa Emérito Bento XVI convocar o Ano da Fé.
    O tempo de alegria chega, e queremos lembrar deste homem que honra até hoje, a Igreja católica, por seu verdadeiro espírito de pai de toda a Igreja. Um pai atento às necessidades de seus numerosos e necessitados filhos.
   Galera, segue um filme bem legal da vida do homem que quis a Igreja como um jardim.
*Está dublado em português


quinta-feira, 27 de março de 2014

Está claro

"Está claro que humanamente falando, muitas vezes é doloroso ver que o que está escrito sobre alguém não corresponde ao que foi feito. Mas a medida do trabalho de alguém, do modo de alguém fazer as coisas, não é o que os meios de comunicação escrevem, mas o que é justo diante de Deus e da consciência" 

Dom Georg Ganswein, arcebispo secretário do papa Francisco, à respeito do Papa Emérito Bento XVI, quando no aniversário de um ano de renúncia. Foi secretário particular do papa Bento XVI enquanto seu pontificado, entre 2005 e 2013.

sexta-feira, 28 de fevereiro de 2014

Primeiro aniversário

Há um ano o nosso querido papa Bento XVI despedia-se de nós, como o papa titular, mas dava oi para nós, na sua nova forma de viver Igreja: deixa a Santa Sé vaga.
   Desde o dia 28 de fevereiro de 2013, às 20h, o Vaticano via seu posto máximo sendo ocupado por ninguém. 
   Mas o mundo não se sentia lá muito triste, afinal de contas Bento XVI não nos tinha deixado por motivo de morte, o que seria de forma repentina, mas nos deixou sob aviso. E não se foi sem deixar um longo legado para todos os católicos do mundo: HUMILDADE.
A última aparição pública, antes do Conclave.
   Hoje, mais uma vez, o mundo viu nos jornais o rosto bem vivo de Joseph Ratzinger, atualmente o Bispo Emérito de Roma, ou Papa Emérito, como o chamamos.
   De forma particular tenho muito o que agradecer a Bento XVI: a minha vocação surgiu de um convite seu: vem comigo... Espero ter humildade de, na hora que for necessário, sair de cena, seja no serviço que for, o que eu estiver desempenhando.
   O nosso eterno obrigado, Bento XVI!!!

quinta-feira, 27 de fevereiro de 2014

Um ano atrás



Bento XVI se apresentava à sua última Audiência Geral...
   Nosso eterno OBRIGADO a Bento XVI, por suas sábias palavras, sua coragem e seus ensinamentos que perdurarão pela história!

sábado, 22 de fevereiro de 2014

Uma visitinha do papa


Hoje, durante o Consistório presidido por Francisco, o Papa, outro pontífice esteve presente, o que tornou o momento ainda mais interessante do que já é por si só: Papa Emérito Bento XVI esteve na grande festa para a Igreja, que teve muito mais que comemorar!


   O Papa Bento foi saudado com muito carinho pelo Papa Francisco que, em seguida, deu os barretes aos cardeais do mundo inteiro, inclusive o nosso brasileiro, o querido Dom Orani João Tempesta, arcebispo da Arquidiocese de São Sebastião do Rio de Janeiro (RJ).