domingo, 3 de agosto de 2014

Aos padres!!!



Padre.

Algo que todos os seminaristas, por excelência, tem diante de si como algo potencial. Ao menos acredito que seja. Pois é!
Mas, de fato, o dia do padre é amanhã! Apesar disso, é sempre comemorado no primeiro domingo do mês de agosto.

Como passarmos, então, o dia do padre sem citá-los. Sem citar o substantivo que move a nossa caminhada, que dá sustento às nossas decisões. Que nos inspira a entender que muitas coisas perderemos, mas outras vamos ganhar. Que não vamos procriar, mas vamos ter milhares de filhos, aos quais deveremos nos dedicar como se os tivéssemos gerado?

Clero da Arquidiocese de Passo Fundo
Sim. Ao mesmo tempo pais, ao mesmo tempo mães, ao mesmo tempo filhos, e ao mesmo tempo, e especialmente, irmãos. Não vejo por que sentir-me confuso diante destas coisas, mas ainda sinto-me, e sei que não sou o único. Mas, ao mesmo tempo, é algo no mínimo inspirador.

Sim, inspirador! Porque, a cada passinho que damos em direção à este objetivo, esta missão para fortes, nos vemos diante de uma surpresa... surpresa porque Deus nos remete, em cada passinho, á uma novidade, à uma experiência que inunda de sua Paz, de sua Alegria... a alegria em estar diante dos desafios, mas diante dos bons momentos. É tudo muito surpreendente. Ninguém imagina que a vida de um seminarista pode ser tão surpreendente!

E, cá com meus botões, fico imaginando como há de ser quando padre. Se agora já me surpreendo positivamente com o que me acontece, quando for padre vou ser cada vez mais surpreendido. E espero que também surpreenda!

Clero da Diocese de Erexim
E o que me inspira a seguir a diante? A ser um padre? Em primeiro lugar, e indiferente às glórias ou desgraças daquilo que me cerca, ou pode me cercar, é Deus! Depois, sim, com certeza, os padres que me cercam. À medida em que nós entendemos o que eles são vemos que ser padre é ser a mais humana das criaturas... por isso eu sei que Deus me envia à uma boa missão.

Nesse dia dos padres, como deixar de agradecer à Deus por estes anjos que Ele nos envia, e que sempre se dispõem a nos ajudar. À estes humanos homens que querem, acima e antes de qualquer coisa, ajudar a fazer o Reino de Deus!

Queridos padres;

Parabéns pelo dia que vos é dedica à homenagens. E parabéns por todos os dias, pois é neles que mostram sua audácia, sua fibra, seu amor e sua !

Parabéns!!!

P.S.: continuem fazendo de tudo pela paz e pelo amor, porque nós contamos com os vossos exemplos! :)

#Futuro diácono




Quando eu comecei o ano de 2014, aqui de onde escrevo, isto é; Seminário Nossa Senhora Aparecida, na cidade de Passo Fundo, RS, eu não imaginava que chegaria a encontrar um seminarista às barbas da Ordenação Diaconal. Isto poderia demonstrar um grande desinteresse de minha parte, mas sei que não o é, pois se tem alguma coisa no mundo que eu amo, esta coisa é o seminário.
Meu colega, o jovem seminarista Daniel Rodrigo Feltes, cujo sobrenome eu demorei a parar de confundir, ridiculamente, com “Pelts”, hoje se ordena diácono. Este pensamento, contudo, logo me veio, assim que eu o conheci, e ele se apresentou como quartanista em teologia. Em outras palavras, prestes a tornar-se um diácono. Como poderia deixar a oportunidade passar?
Decidi acompanhar o que ele fazia, observar como ele se portava, a maneira com que ele se dirigia aos colegas e aos demais. Comecei a policiá-lo, em uma espécie de fiscalização sutil e do bem. Eu queria saber o quanto deveria evoluir até lá. O faço, ainda. É natural, penso eu. Não acredito, de forma alguma, ser uma atitude maldosa. E diante disso, eu me regozijo em saber que, pela primeira vez na minha vida, eu verei um colega meu dar um grande passo como este: ele será diácono...
É mais um sim na vida dele, é mais uma vez o aceitar a missão. Talvez isso se deva pelo fato de que Daniel sabe que se Cristo veio por algum motivo, este motivo é para que todos tivessem vida em abundância.
Então começamos a construir relação de fraternidade. Ele me dava umas chamadinhas aqui, muita risada de lá, conversávamos e discutíamos sobre algumas coisas. Outras tantas ele me explicou, mesmo que não tanto pelas palavras dirigidas à mim, mas pelo que pude ouvir, ou ver. Em outros momentos ele me dava suas opiniões sobre o que eu fazia, e eu dava a minha vaga opinião sobre o que eu procurava entender do que ele fazia (embora, muitas vezes, estas minhas opiniões gerassem muitas explicações por parte dele, devido à minha ignorância referente ao que opinava).
Mas, de tudo que eu gostaria de ter pedido à ele, um campo eu procurei me controlar: a ordenação. Não faço ideia de como se sente o ser humano que está diante disso, e ao longo do ano, muitas vezes quis conversar sobre isto, mas me calei. Pode ser grosseria minha. Não sei se fiz certo, mas saber ao ritmo em que ele caminhava me foi muito bom. Dar espaço para a pessoa pensar tranquila... acho que eu consegui, embora nos últimos dias em o tenha sobrecarregado de pedidos para o blog.
Sinceramente, espero que ele goste desta nossa semana de homenagens à ele, o nosso blog. Fazemos de coração. Principalmente quando lembramos que Daniel Rodrigo Feltes entra para a história de nosso blog como o primeiro membro a receber a estola e missão diaconal.
Parabéns, grande amigo, e sei que ao longo deste semestre que ainda temos pela frente, vais me mostrar muito mais que há nos caminhos daquele que segue à este objetivo de servir no sacerdócio.
Espero que, em breve, eu possa escrever mais uma homenagem para você: esta, sendo homenagem ao mais novo presbítero de nossa querida Arquidiocese de Passo Fundo...
Parabéns, #futurodiácono!!!

sexta-feira, 1 de agosto de 2014


O Papa Francisco concedeu uma entrevista à revista argentina Viva, e entre as respostas deixou aos leitores alguns conselhos para uma vida feliz.
Os “10 conselhos do Papa” foram publicados,  em espanhol,  no último domingo, 27.
1) Viver e deixar viver, primeiro passo para a felicidade
“Aqui os romanos têm um ditado e podemos levá-lo em consideração para explicar a fórmula que diz: ‘Vá em frente e deixe as pessoas irem junto’.” Viva e deixe viver é o primeiro passo da paz e da felicidade.
2) Doar-se aos outros para não deixar o coração dormindo
“Se alguém fica estagnado, corre o risco de ser egoísta. E água parada é a primeira a ser corrompida.”
3) Mover-se com humildade, com benevolência entre as pessoas e as situações
O Papa usa o termo “remansadamente”, de um clássico da literatura argentina. “No [romance] ‘Dom Segundo Sombra’ há uma coisa muito linda, de alguém que relê a sua vida. Diz que em jovem era uma corrente rochosa que levava tudo à frente; quando adulto, era um rio que andava para frente; na velhice, sentia-se em movimento, mas remansado. Eu utilizaria essa imagem do poeta e romancista Ricardo Guiraldes, este último adjetivo, remansado. A capacidade de se mover com benevolência e humildade, o remanso da vida. Os anciãos têm essa sabedoria, são a memória de um povo. E um povo que não se importa com os mais velhos não tem futuro.”
4) Preservar o tempo livre como uma sadia cultura do ócio
“O consumismo levou-nos a essa ansiedade de perder a sã cultura do ócio, desfrutar a leitura, a arte e as brincadeiras com as crianças. Agora confesso pouco, mas, em Buenos Aires, confessava muito e quando via uma mãe jovem perguntava: Quantos filhos tens? Brincas com os teus filhos? E era uma pergunta que não se esperava, mas eu dizia que brincar com as crianças é a chave, é uma cultura sã. É difícil, os pais vão trabalhar e voltam às vezes quando os filhos já dormem. É difícil, mas há que fazê-lo”.
5) O domingo é para a família
“Um outro dia, em Campobasso (Itália), fui a uma reunião entre o mundo universitário e mundo trabalhador, todos reclamavam que o domingo não era para trabalhar. O domingo é para a família”.
6) Ajudar, de forma criativa, os jovens a conseguirem um emprego digno
“Temos de ser criativos com este desafio. Se faltam oportunidades, caem na droga. E é muito elevado o índice de suicídios entre os jovens sem trabalho. Outro dia li, mas não me fio, porque não é um dado científico, que havia 75 milhões de jovens com menos 25 anos desempregados. Não basta lhes dar de comer, há que inventar cursos de um ano de canalizador, eletricista, costureiro. A dignidade de levar o pão para casa”.
7) Cuidar da natureza, amar a criação
“Há que cuidar da criação e não estamos fazendo isso. É um dos maiores desafios que temos.”
8) Esquecer-se rapidamente do negativo que afeta a vida
“A necessidade de falar mal de alguém indica uma baixa autoestima. É como dizer: sinto-me tão em baixo que, em vez de subir, rebaixo o outro. Esquecer-se rapidamente do negativo é muito mais saudável”.
9) Respeitar o pensamento dos outros
“Podemos inquietar o outro com o testemunho para que ambos progridam com essa comunicação, mas a pior coisa que se pode fazer é o proselitismo religioso, que paralisa: ‘Eu converso contigo para te convencer’. Não. Cada um dialoga sobre a sua identidade. A Igreja cresce por atração, não por proselitismo”.
10) Buscar a paz é um compromisso
“Vivemos uma época de muitas guerras. Na África, parecem guerras tribais, mas são algo mais. A guerra destrói. E o clamor pela paz é preciso ser gritado. A paz, às vezes, dá a ideia de quietude, mas nunca é quietude, é sempre uma paz ativa”.
Fonte do Canção Nova

Uma profissão de fé



Sacerdotes e Daniel Feltes registram o momento

Galera;
            O Seminário Nossa Senhora Aparecida, ontem, às 17 horas, viu acontecer um momento importante para a sua história: a profissão de fé feita por mais uma semente que dá fruto; o seminarista Daniel Feltes, o nosso futuro diácono.
            Na missa fizeram-se presentes para celebrar o nosso arcebispo, Dom Altieri, o reitor do seminário, o padre Ivanir Rodighero, os formadores padres Diego Tonet e Mateus Danieli, e o padre Don Mauro Mantovani, sdb, vindo da Itália, em visita à Passo Fundo.
Assinatura das testemunhas
            Foi uma missa especial, com certeza. Dom Altieri recordou a importância deste compromisso que Daniel há de assumir, que é o diaconato. Contou para nós que este momento, em sua vida, foi inesquecível e que, também na vida de Daniel, assim será.
            A fala de nosso bispo contou a experiência em Roma, e revelou a amizade entre ele e d. Mantovani, sdb. Passou a palavra para o padre Mantovani, que contou a sua caminhada, desde a descoberta da vocação até o momento, e parabenizou o futuro diácono.
            Foi depois desta rica homilia que o momento mais sublime de nossa celebração chegou: a profissão de fé feita por Daniel Rodrigo Feltes. O fez, e deixando muito claro sua lealdade à Santa Igreja, na Arquidiocese de Passo Fundo.
   A missa acabou com a sensação de alegria, festa, já antecipada. Agora é esperar por domingo, o grande dia, quando será Ordenado Diácono mais um jovem seguidor de Jesus Cristo, que se deixou moldar nas Sagradas Mãos do Oleiro, que é nosso Pai que está no Céu.
            Parabéns, Daniel!

Confira a profissão de fé feita por Daniel:


Momento em que Daniel professa a fé
Creio em um só Deus, Pai Todo-Poderoso, criador do céu e da terra, de todas as coisas visíveis e invisíveis. Creio em um só Senhor, Jesus Cristo, Filho Unigênito de Deus, nascido do Pai antes de todos os séculos. Deus de Deus, luz da luz, Deus verdadeiro de Deus verdadeiro, gerado, não criado, consubstancial ao Pai. Por ele todas as coisas foram feitas. E por nós, homens, e para nossa salvação, desceu dos céus, e se encarnou pelo Espírito Santo, no seio da Virgem Maria, e se fez homem. Também por nós foi crucificado sob Pôncio Pilatos, padeceu e foi sepultado. Ressuscitou ao terceiro dia, conforme as escrituras, e subiu aos céus, onde está sentado à direita do Pai. E de novo há de vir, em sua glória, para julgar os vivos e os mortos; e o seu reino não terá fim. Creio no Espírito Santo, Senhor que dá a vida, e procede do Pai e do Filho; e com o Pai e o Filho é adorado e glorificado; Ele que falou pelos profetas. Creio na Igreja, una, santa, católica e apostólica. Professo um só batismo para a remissão dos pecados, e espero a ressurreição dos mortos e a vida do mundo que há de vir. Amém.